SENTENÇA PARA O CASO PROVITA:
O Tribunal de Justiça do Maranhão mantém sentença dada pela Primeira Vara Criminal de Açailândia, que condenou sete homens pelo crime DE ESTUPRO A VULNERÁVEIS. O TJ manteve a condenação rechaçando a apelação de Antônio Borges Neto (advogado), Antônio Sildemir da Silva Moreira ( Vulgo Paraibano), Geraldo Henrique Menezes da Silva (Geraldo da Motoca), Ildenor Gonçalves dos Santos ( na época secretario de infraestrutura de Açailândia), Luís Janes Silva e Silva (advogado), Pedro Rodrigues de Sousa (Pedão da Farmácia), CONDENADOS A 8 ANOS DE RECLUSÃO CADA, com cumprimento inicial em regime semi aberto, a pena foi com base no artigo 217-A do código penal, "ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos. Em relação a Fabiano Souza Silva, condenado com base no artigo 244-A do Estatuto da Criança e do Adolescente que se refere a " submeter criança ou adolescente a prostituição ou a exploração sexual", pela ocorrência de prescrição houve a extinção de sua punibilidade. 
E não podemos esquecer também de Oswaldo Filho (apresentador de TV) e Miro Ferraz (empresário do ramo de entretenimento) que também foram condenados pelo crime de Pedofilia em nossa cidade. 
Essas pessoas posam como cidadãos de bem, andam de cabeça erguida e suas vítimas que sofreram as consequências tendo que deixarem sua cidade por medo, represálias e ameaças. Essas pessoas são grandes exemplos vivos do patriarcado classista e capitalista que acreditam que criança pobre é para seu divertimento. 
NÃO PODEMOS ESQUECER DA CARA DESSES CRIMINOSOS NUNCA. 
Parabenizamos a Comissão da sociedade civil organizada que luta por JUSTIÇA e prontamente se dispuseram a ir de Açailândia a nossa capital acompanhar este julgamento: CDVDH/CB, Rede Justiça nos Trilhos, COMUCAA, CONTUA, Associação de moradores/as do PIquiá, Missionários Combonianos, Parentes das vítimas que se juntaram ao Conselho Estadual dos Direitos da Criança e Adolescentes - CEDCA, Centro de Defesa Marcos Passerini, a SEDIHPOP, CEDH todos estes de São Luís. 

Este caso continuará sendo acompanhado pela sociedade civil com o apoio do Fundo Brasil de Direitos Humanos e esperamos que a justiça possa sempre prevalecer.